Com a ausência do Sr. Dr. por terras longínquas e certamente desejoso de estar a jantar connosco, é que por aquelas paragens deve comer-se (para qualquer comum português), bem pior do que no nosso país.
Foi com este pensamento que decidimos ir jantar à “Casinha Branca”. E como castigo marcámos outra vez para amanhã (sábado). Bem feita! C’um catano..toma!
Reservada mesa para três pelo amigo Biclas agora parece que decididamente abandonados pelo Levezinho, o que sinceramente nos custa aceitar e por muito que nos expliquem não compreendemos, estava posta mesa para cinco. Nós os três e o casal dono da casa. No entanto tivemos um convidado, mais concretamente um “penetra”! Nem mais nem menos que o progenitor de um (esperamos) futuro grande advogado (grande já ele é, pelos menos mais alto que o pai), nada mais que o amigo “CicloMotard”,
De facto o vinho era bom, e fui logo recebido com um copo e com umas fatias de presunto, queijo etc. É caso para dizer, caiu que nem gingas! Fui o primeiro a chegar, sendo seguido pelo Ampôlas e de imediato o Biclas com o “contador de estórias”.
Como habitualmente ninguém sabia o que ia comer. Comeram-se as entradas habituais e veio uma bela “Feijoada de Chocos”, que mereceu o aplauso de todos! Muito bom!
As conversas, essas, lá iam fluindo alegremente como os goles do vinho. Carros, preços de carros (por falar em contos....disse, 10.000 euros era bem pago!?!?) , importados, no stand, baratos, caros, daquelas conversas que não têm fim! Para ajudar à festa juntou-se à mesa um “expert” em diversas áreas, que lá foi debitando conversa com o “CicloMotard”. Qual dos dois percebe menos, ficámos em saber!
De golfe não se falou, descanse quem pensou o contrário…
Mais umas ginjinhas em cálice de chocolate (mesmo bom), umas tiras de chocolate que nem fizeram figura, e lá foi a conversa andando. Ainda não o tínhamos dito, mas na mesa ao lado estavam duas “coisas boas” que iam servindo para lavar a vista! Bom, muito bom mesmo! Tal como tinha sido a sobremesa – trouxas-de-ovos! Pois…
Por fim, mais umas ginjinhas no referido cálice, e não conseguimos fazer ver ao nosso pendura (que pagou a coima, tal como se estabelece nos estatutos do (JSF), da necessidade de oferecer um carro ao seu herdeiro!
Pode-se dizer que foi mais um belo jantar! Era já muito tarde quando deixamos o local, mas daqui a pouco lá estaremos novamente!
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